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ENFERMIDADES NAS QUAIS PODEMOS FAZER NOSSA PARTE PARA AJUDAR, PREVENIR OU MINORAR

By 2 de agosto de 2018 No Comments

ACIDO ÚRICO – GOTA, CÁLCULOS RENAIS –

Uma parte do ácido úrico é produzida pelas purinas sintetizadas e destruídas normalmente pelo corpo no que é conhecido como quota endógena, porém a maior parte vem do catabolismo das purinas ingeridas, o que nos dá uma indicação: reduzir o consumo de proteínas (acomete muito mais os grandes comedores de carne), entretanto, gorduras e carboidratos também devem ser reduzidas, pois 75% dos gotosos apresentam hipertrigliceridemia.

Os portadores desse problema devem evitar o sobrepeso e se possível os alimentos que favorecem o aporte ou produção de ácido úrico no seu metabolismo, mantendo uma dieta alcalinizante (fruto-lacto-vegetariana). Embora vegetariana a dita dieta, deve evitar tomates e espinafre, pois são ricos em ácido oxálico, o qual nesse metabolismo alterado pode produzir cálculos renais. Outro alerta deve ser feito aos embutidos que são ricos em fosfatos e nitritos e podem também induzir esse problema. Recomenda-se o uso de agua, chás e sucos para fazer uma “lavagem” nos rins, já bebidas alcoólicas são totalmente proibidas, pois podem desencadear um processo agudo.

DIABETES 

Esse problema pode surgir de 2 maneiras, na infância (diabete 1) ou na vida adulta (diabete 2). A primeira acredita-se que seja derivada de uma reação do corpo a algum vírus que produza um produto semelhante à insulina desencadeando uma reação de “defesa” que faz nossos “soldados” atacarem tudo o que produza essa substância, ou seja, atacam e destroem as células beta das ilhotas de Langerhans no pâncreas, acabando com a produção de insulina, tornando essas pessoas dependentes de insulina externa. Aproximadamente 10% dos diabéticos pertencem a essa categoria.

Normalmente não tem predisposição genética.

O tipo 2 pode, por vezes com o tempo, terminar como o tipo 1, isto é, dependente da insulina. Normalmente apresenta predisposição genética, tanto que se a ascendência, seja do pai ou da mãe, apresentar 1 caso de diabetes as chances de ter são de 30%, se forem mais casos sobe a 40%, se ambos os lados possuem diabetes as chances sobem a 60% ou mais, se forem muitos casos. Porém, com um modo de vida saudável, sem sobrepeso, com atividade física e alimentação controlada, podemos adiar e até evitar que o problema se manifeste.

A tipo 2 engloba diversas variantes e uma delas é a do idoso /acamado cujo tratamento mais eficiente, e quase único, é o exercício físico.

Atualmente para o tipo 2 temos uma grande quantidade de medicamentos, porém o controle alimentar não é dispensado, que ajudam bastante no controle da enfermidade (bem diferente de 60 anos atrás quando até a insulina

era de porco). Seguir a orientação do médico, comunicando alterações percebidas para ir corrigindo até obter o tratamento “sob medida” para seu caso.

O excesso de açúcar no sangue produz irritação e micro ferimentos que com o tempo podem danificar todo o sistema circulatório. As mulheres têm a prova disso quando querem eliminar aquelas pequenas veias roxas nas pernas. O que o médico aplica nas veias? Uma solução de glicose concentrada, o que “seca” as veias. Porem isso não ocorre apenas nas artérias e veias, o rim também é vítima desse excesso assim como os nervos. Os nomes que vocês ouvirão do médico serão: angiopatias, nefropatias e neuropatias diabéticas.

Nos casos mais delicados, a recomendação é dividir as refeições em 5 ou 6 por dia, mantendo a ingestão total diária recomendada, acompanhando a curva glicêmica para controlar a quantidade de insulina a ser administrada.

Embora falemos tanto em evitar o açúcar, o diabético, especialmente o insulino dependente, deve ter sempre consigo alguns favos de mel ou um saquinho com açúcar para acudir nos eventuais casos de hipoglicemia, que podem ocorrer por ficar muito tempo sem se alimentar, fazer esforço físico além do planejado. Isso deve ser evitado ao máximo, porém, por vezes, independentemente de nossa vontade ou planejamento pode ocorrer. Lembrar que a hipoglicemia pode causar sérios danos ao cérebro e inclusive levar a óbito (morrer).

OBESIDADE – É definida como sobrepeso acima de 10% do peso ideal, normalmente devido a um excesso de calorias ingerido em relação às energias gastas pelo nosso corpo. As calorias excedentes são armazenadas em forma de gordura. A avaliação, facilmente perceptível quando em grande quantidade, pode ser, nos casos no início, percebida pelas plicas cutâneas (dobras de pele medidas com dispositivo apropriado), que ajudam o/a nutricionista a definir uma dieta. Tratada no início fica fácil, rápido, não traumático e com efeito duradouro.

As causas podem ser diversas, endócrinas (hipofisiárias, tiroidianas, suprarrenais, sexuais ou ainda hereditariedade, deposição de gordura congênita e hipotalâmica e até psicológica). Porém, a grande maioria é senvergonhócrina, termo que é contribuição minha ao problema, que se resume no que segue: eu sei que faz mal, mas eu gosto e como, e fazer exercício cansa demais, por isso não vai me fazer bem.

É verdade que essa “enfermidade” tem seu lado interessante, deve favorecer a criatividade, pois as desculpas para não seguir uma dieta ou fazer uma atividade física são as mais criativas, imaginativas e esdruxulas que existem. Vamos às causas reais.

Fator psicológico – muitas pessoas ansiosas, depressivas usam o álcool ou drogas para se acalmarem, outras o fazem no alimento, que lhes proporciona uma certa satisfação, que substitui aquela produzida pela autoafirmação. A alimentação, especialmente os doces e o chocolate, ativa os centros de

recompensa, criando uma calma momentânea e arrependimento posterior. No caso, um psicólogo pode ter utilidade.

A hipófise pode por vezes estimular o apetite ou pelo contrário inibir o mesmo, porém isso é bastante raro, pois depende de micro tumores na área. No caso de engordar temos a síndrome de Wilson que engorda o pescoço e o tronco, pouco afetando os membros.

A tiroide está associada, porém, nem sempre engorda e por vezes usar hormônios pode criar problemas maiores. Um controle médico se faz necessário, tanto para definir como acompanhar o tratamento.

Hereditariedade favorece a instalação da obesidade, porém por si só, não engorda se estivermos fazendo uma dieta regular e exercícios físicos com alguma constância.

Os hormônios sexuais, também podem interferir, mas também podem ser facilmente corrigidos.

Podemos dizer que com exceção da hipófise, que depende de exames mais complexos e tratamento mais cuidadoso, todos os outros problemas encontram sua solução em dietas controladas que deverão ser prescritas e acompanhadas por nutrólogos ou nutricionistas clínicos. Aconselho que em paralelo se consulte um professor de educação física para obter os melhores resultados nessa empreitada. Talvez perguntem, por que não posso eu mesmo fazer minha dieta? Até pode, se você tiver conhecimento para tanto, pois temos que lembrar que a redução de alimentos não pode privar o corpo de nutrientes essenciais, nem criar aversão à refeição, por outro lado, buscar exercícios que combinem com nosso biótipo, disponibilidade de tempo e satisfação em praticá-lo. Ou seja, criar um esquema “sob medida” e compatível com o órgão do corpo mais sensível: o bolso.

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